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Os 5 signos que deixam para trás um relacionamento kármico antes da virada do ano

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Quando um relacionamento é kármico, ele não termina só porque “deu vontade”. Ele termina quando a alma entende a mensagem. E é exatamente isso que o céu do fim de ano está pedindo: encerramento de ciclos que já esgotaram o que tinham pra ensinar. Estamos fechando 2025 com uma combinação bem específica: Lua Cheia em Gêmeos trazendo revelações, conversas decisivas e verdades que não dá mais pra ignorar, somada a quadraturas amorosas que pressionam o coração a sair da ilusão e encarar a realidade.

É como se o Universo dissesse: “agora você escolhe entre continuar no padrão repetitivo… ou honrar tudo o que já aprendeu e seguir em frente”.

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Essas quadraturas envolvendo Vênus, Saturno e Netuno cutucam exatamente os pontos sensíveis dos vínculos: dependência, idealização, medo de ficar só, histórias mal resolvidas, promessas que nunca se cumprem. A Lua Cheia em Gêmeos atua como um holofote: mostra conversas que se repetem há anos, verdades que sempre ficaram nas entrelinhas, frases que você já decorou de tanto ouvir – e que, de repente, perdem o encanto.

É nesse cenário que 5 signos entram numa linha de tempo muito forte para deixar para trás um relacionamento kármico antes da virada do ano. Não é só sobre terminar ou continuar com alguém; é sobre romper com o roteiro que te prende ao mesmo tipo de relação: sempre salvando, sempre esperando, sempre engolindo, sempre se diminuindo ou sempre perseguindo aquilo que não se entrega por inteiro.

Para esses signos, o fim de ano traz uma espécie de “prova final”: o Universo coloca na mesa, com clareza, o preço de manter esse vínculo versus o alívio de encerrá-lo. Revelações, mudanças de postura, conversas que viram a chave, encontros e desencontros se organizam para mostrar que o ciclo kármico já cumpriu o papel. A partir daqui, ou a relação se reinventa em outro patamar… ou é hora de soltar, agradecer e seguir para uma nova etapa da jornada afetiva.

Agora, vamos ver quais são esses 5 signos e como cada um deles tem tudo para encerrar um relacionamento kármico antes da virada do ano.

GÊMEOS

Para você, Gêmeos, este fim de ano traz um potencial enorme de libertação mental e afetiva. A Lua Cheia no seu signo ilumina a sua identidade e a forma como você se coloca nas relações. Há uma chance real de romper com vínculos que vivem de promessa, indefinição e idas e vindas, para abrir espaço para relações mais coerentes com quem você está se tornando. O grande potencial aqui é recuperar a sua clareza: você volta a ouvir a própria voz, reconhecer quando está se diminuindo para caber no outro e escolher vínculos em que a sua verdade é bem-vinda, não um problema.

Esse momento também é fértil para reorganizar narrativas internas: histórias que você conta sobre amor, sobre ser “difícil de amar”, “exigente demais” ou “intelectual demais” começam a perder força. Se você usar a energia com consciência, consegue transformar dúvida em critério, carência em honestidade consigo mesma e ansiedade em movimento prático: fechar portas que já se mostraram confusas para abrir outras mais inteiras.

Cuidados necessários
O cuidado principal é não entrar em autossabotagem mental. Evite revisitar conversas antigos centenas de vezes, vasculhar redes sociais, interpretar cada curtida ou silêncio como um sinal do destino. Essa espionagem energética só alimenta o laço kármico. Também é importante cuidar para não transformar o fim em novela interna: criar discursos perfeitos, imaginar diálogos que nunca acontecem, esperar que o outro finalmente reconheça tudo o que você fez.

Outro cuidado importante: não usar humor ou racionalização para anestesiar o que dói. Piadas sobre o próprio sofrimento, dizer que “está tudo bem, foi só mais uma história” quando, por dentro, você está exausta, mantém o padrão girando. Aqui, a cura vem quando você se leva a sério. Sentir o luto da relação não te faz fraca; te faz honesta.

Afirmação para romper o padrão
Use uma afirmação direta, que atue como novo comando interno sempre que bater a vontade de voltar para o antigo ciclo:

“Eu encerro, com amor e consciência, todo vínculo que me afasta de mim mesma. Eu escolho relações que honram a minha verdade e a minha paz mental.”

Repita em voz alta ao acordar, antes de dormir e toda vez que sentir impulso de mandar mensagem, stalkear ou reviver cenas na cabeça. A ideia é substituir o looping mental por uma decisão vibracional nova.

Ritual simples de libertação kármica
Em um momento tranquilo, pegue uma folha de papel e divida em duas partes.

Na primeira metade, escreva o nome da pessoa (ou das pessoas que representam o mesmo padrão) e liste:
– o que esse relacionamento te deu;
– o que ele tirou de você;
– o que você aprendeu;
– o que você não quer repetir nunca mais.

Na segunda metade, escreva como você deseja se sentir em um próximo vínculo: quais valores são inegociáveis, como você quer ser tratada, qual tipo de troca mental, emocional e física faz sentido pra você agora.

Em seguida, rasgue ou queime com cuidado a parte que fala do relacionamento antigo, agradecendo em voz baixa: “Eu honro o que vivi, libero o que me prende e devolvo o que não me pertence mais”. Guarde a parte que fala do que você deseja, dobrada, em um lugar especial (agenda, altar, dentro da carteira), como um compromisso com a sua próxima versão afetiva.

Se você sente que esse padrão se repete com rostos diferentes e carrega uma sensação de “já vivi isso em outra vida”, este é um momento muito forte para olhar além do óbvio. O Mapa Kármico pode te mostrar que contratos de alma estão por trás desse tipo de vínculo, quais histórias de outras vidas você está reencontrando agora e qual é o ponto exato de libertação que o céu está escancarando. Quando você entende a raiz, não precisa mais reviver o mesmo enredo – você passa a escolher relacionamentos que conversem com a sua mente brilhante, não que a usem como prisão.

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SAGITÁRIO

Para você, Sagitário, o fim de ano traz um chamado forte para alinhar amor e verdade. Com os focos do céu ativando seu eixo eu–outro, há um potencial enorme de perceber, com muita clareza, se o relacionamento que você vive hoje acompanha a sua expansão ou tenta te manter menor do que você é. O grande potencial aqui é romper com vínculos em que você precisa se podar, se justificar o tempo todo ou adiar seus sonhos para não incomodar o outro.

Este período favorece decisões corajosas: colocar na mesa o que você realmente quer, assumir que certas conversas já deram tudo o que podiam, admitir que o entusiasmo inicial não se sustenta mais na prática. Você pode sentir um impulso forte de reconectar com a sua essência livre, curiosa, verdadeira – e, a partir daí, perceber com muita nitidez quais relações te permitem crescer e quais só mantêm você girando em círculos.

Cuidados necessários
O principal cuidado é não fazer do rompimento uma fuga impulsiva. A energia sagitariana, quando pressionada, pode querer “sumir”, terminar do nada, viajar, mudar de assunto ou buscar outra pessoa só para não encarar a conversa central. Isso pode até aliviar na hora, mas mantém o padrão kármico ativo: a história volta em outro corpo, com outro nome, pedindo o mesmo tipo de coragem emocional.

Também é importante cuidar da tendência a transformar tudo em filosofia para não sentir a dor. Frases como “tudo é aprendizado”, “era isso mesmo que tinha que acontecer”, “estou bem, bola pra frente” podem virar armadura se forem usadas para pular o luto. A cura real vem quando você admite, para si mesma, o quanto se frustrou, o quanto esperou e o quanto se adaptou – sem se culpar por isso.

Afirmação para romper o padrão
Use uma afirmação que conecte verdade, liberdade e responsabilidade afetiva:

“Eu escolho relações onde a minha verdade pode existir inteira. Libero com consciência todo vínculo que limita a minha expansão e o meu coração.”

Repita ao acordar, antes de decisões importantes e sempre que sentir aquela mistura de culpa e alívio ao pensar em se afastar. A afirmação ajuda a lembrar que liberdade não é abandono de si mesma, é compromisso com a sua verdade mais profunda.

Ritual simples de libertação kármica
Em um lugar tranquilo, acenda uma vela branca ou lilás (se puder). Sente-se diante dela e, por alguns minutos, observe a chama, respirando fundo. Visualize, ao redor da chama, cenas desse relacionamento: momentos bons, promessas, frustrações, idas e vindas. Permita que tudo passe como um filme, sem se agarrar a nenhuma imagem.

Depois, em um papel, escreva: “Eu, [seu nome], devolvo agora tudo o que não me pertence mais e recolho de volta toda a energia, alegria e verdade que entreguei a este vínculo.” Assine e coloque o papel sob a vela enquanto ela queima, com segurança. Ao final, dobre o papel em três e descarte (pode rasgar e jogar fora ou enterrar), mentalizando: “Eu honro o que vivi e libero este ciclo.”

Nos dias seguintes, sempre que bater saudade, culpa ou medo de estar “jogando fora algo importante”, retome a lembrança da chama e dessa frase de libertação. Se você sentir que esse padrão de se perder pelo outro, abandonar seus caminhos ou viver relações intensas que não se sustentam se repete desde muito antes, vale aprofundar. O Mapa Kármico pode mostrar quais histórias antigas você reencontra quando ama, que tipo de contrato de alma faz você se sacrificar por promessas de futuro e qual é o ponto de virada que o Universo está colocando na sua frente agora. Quando você entende isso em nível de alma, suas escolhas afetivas deixam de ser fuga e passam a ser direção.

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VIRGEM

Para você, Virgem, o fim de ano traz um potencial muito forte de reorganizar a sua vida afetiva a partir de um lugar mais maduro e honesto com as suas necessidades emocionais. Os trânsitos tocam diretamente temas de casa, família, raízes e relacionamentos, mexendo em estruturas internas que vêm de muito tempo. O grande potencial aqui é perceber com clareza quando um relacionamento kármico está ocupando o lugar de segurança que deveria ser seu – como se o outro fosse a base, o chão, a referência, mesmo quando não entrega o cuidado e o respeito que você oferece.

Esse período favorece uma virada de chave importante: você para de se relacionar a partir da culpa e começa a se relacionar a partir do merecimento. Em vez de tentar “consertar” a relação com organização, controle, esforço e mais entrega, você começa a olhar para o saldo real: quanto esse vínculo soma na sua paz, na sua saúde, no seu cotidiano? Quando você se autoriza a fazer essa conta com honestidade, abre espaço para um tipo de amor que não exige autocancelamento diário para funcionar.

Cuidados necessários
O principal cuidado é não transformar a situação em um eterno projeto de melhoria. A energia de Virgem, quando presa em um relacionamento kármico, tende a se colocar no papel de terapeuta, enfermeira, gestora ou salvadora: você analisa, explica, sugere, dá todas as chances, cria rotinas, adapta horários, ajusta comportamento – e se culpa quando nada muda. Esse tipo de dinâmica alimenta o karma, porque mantém você presa na ilusão de que “se eu fizer tudo certo, vai funcionar”.

Outro ponto de atenção é o perfeccionismo emocional: esperar o momento ideal para terminar, a frase perfeita, a prova incontestável de que você “tem razão”. Isso pode te prender por anos em situações em que, na prática, você já sabe que passou da hora de ir embora. Cuidado também com o excesso de autocrítica: não transforme o fim do relacionamento em um relatório de tudo o que você “errou”. O objetivo aqui não é encontrar culpados, é encerrar o ciclo.

Afirmação para romper o padrão
Use uma afirmação que una merecimento, limite saudável e autoacolhimento:

“Eu reconheço o meu valor e libero com amor todo relacionamento que exige que eu me abandone para existir. Eu mereço vínculos que cuidam de mim como eu cuido dos outros.”

Repita ao acordar, antes de dormir e sempre que bater a sensação de dívida, culpa ou obrigação em relação à pessoa. Essa frase ajuda a reposicionar você no centro da própria vida, em vez de manter o outro como prioridade absoluta.

Ritual simples de libertação kármica
Escolha um momento silencioso. Pegue um papel e desenhe duas colunas. Na primeira, escreva “O que eu faço por essa relação”; na segunda, “O que essa relação faz por mim”. Liste sem censura: esforços, renúncias, cuidados, ajustes, e do outro lado, o que você efetivamente recebe em termos de apoio, presença, respeito e verdade.

Quando terminar, leia em voz alta, respirando fundo. Observe se existe equilíbrio real ou se você está sustentando quase tudo sozinha. Em seguida, escreva ao final da folha: “Eu me libero da obrigação de carregar sozinha o que é responsabilidade de dois. Eu devolvo ao outro o que é dele e retomo para mim a energia que entreguei em excesso.” Dobre o papel três vezes e, se puder, queime em um recipiente seguro ou rasgue em pequenos pedaços, descartando com consciência. Enquanto faz isso, repita: “Eu encerro este ciclo com respeito, mas não carrego mais o que não me pertence.”

Nos dias seguintes, sempre que surgir vontade de voltar, de “dar mais uma chance” sem mudança concreta, volte mentalmente para a imagem das duas colunas. Lembre-se de que amor não é um checklist de tarefas cumpridas, é troca viva. Se você sente que esse padrão de carregar os outros, de ser a base, a mãe, a estrutura da relação se repete com parceiros diferentes e até com familiares, é um sinal forte de raiz kármica. O Mapa Kármico pode te mostrar de onde vem essa tendência de se colocar nesse lugar, quais histórias de outras vidas ainda se repetem na sua forma de amar e qual é a lição que o Universo está te convidando a concluir agora, para que os próximos relacionamentos sejam mais justos com o tamanho da sua entrega.

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PEIXES

Para você, Peixes, o fim de ano tem uma força de cura kármica gigantesca. Com Saturno e Netuno passando pelo seu signo, tudo o que é “meio termo” nas relações tende a perder espaço. O céu te convida a sair de papéis antigos de salvadora, mártir ou de quem aceita migalhas em nome de um amor que “no fundo é especial”. O grande potencial aqui é entender que compaixão não é se sacrificar até sumir, e que amor verdadeiro não exige que você se perca de si mesma. Este período favorece uma mudança profunda de padrão: você pode romper com vínculos que confundem amor com pena, apego ou dependência emocional, abrindo espaço para relações mais limpas, claras e espiritualmente alinhadas.

É também um momento potente para recuperar a sua intuição pura, sem interferência de idealização. Quando você se permite enxergar a pessoa como ela é – e não como você gostaria que ela fosse – percebe com mais facilidade se existe caminho real de evolução em conjunto ou se o laço kármico já cumpriu o que precisava cumprir. A partir daí, você consegue dizer “basta” sem ódio, apenas com consciência.

Cuidados necessários
O maior cuidado é não confundir amor com missão de resgate. Em um relacionamento kármico, Peixes tende a acreditar que “se eu abandonar essa pessoa, ela não vai aguentar”, ou “ninguém vai entender e cuidar dela como eu”. Essa crença te mantém presa em relações onde você doa muito mais do que recebe, aceita faltas graves, perdoa promessas quebradas sem mudança concreta e permanece por medo de ser “cruel” ao sair. Isso não é amor, é aprisionamento dos dois lados.

Outro cuidado importante é com a tendência a fugir da dor através de fantasia: imaginar o futuro perfeito, lembrar só dos momentos bons, justificar o injustificável, espiritualizar tudo (“é prova, é missão, é karma, é teste da espiritualidade”) para não se posicionar. Sim, há um componente kármico aqui, mas ele não foi criado para te destruir – foi criado para te ensinar a se escolher. Se você usa a espiritualidade para se manter em algo que te faz mal, o aprendizado trava.

Afirmação para romper o padrão
Traga uma afirmação que una amor-próprio, limite e confiança espiritual:

“Eu honro o amor que sinto, mas escolho relações que honram também a minha alma. Libero, com amor e firmeza, todo vínculo que confunde cuidado com sofrimento.”

Repita sempre que sentir vontade de “salvar” de novo, de voltar atrás só porque a pessoa está fragilizada, ou quando a culpa vier te visitar à noite. Essa frase te lembra que compaixão verdadeira inclui você.

Ritual simples de libertação kármica
Prepare um copo ou um jarro com água e sente-se em silêncio por alguns minutos. Coloque as mãos ao redor do copo e chame mentalmente a imagem desse relacionamento. De olhos fechados, diga em voz baixa: “Eu reconheço que essa história marcou a minha vida, mas eu não preciso mais sofrer para provar amor.” Sinta o que vier: lágrimas, saudade, raiva, cansaço. Deixe passar pela água, como se ela estivesse absorvendo a carga emocional dessa ligação.

Em seguida, ainda com as mãos no copo, afirme: “Eu devolvo agora ao outro o que é dele e recolho de volta tudo o que é meu. Eu corto, em todos os níveis, os laços de dor que nos prendem.” Beba a água lentamente, imaginando essa energia voltando para você em forma de força, clareza e dignidade. Se preferir, pode usar uma parte dessa água para lavar as mãos ou o rosto, como um pequeno batismo de recomeço.

Nos dias que seguem, procure se observar: quais situações, frases ou atitudes sempre te puxam de volta para esse vínculo? Anote. Se você sente que esse padrão de amar demais, cuidar demais e se anular veio de muito longe – como se repetisse histórias de outras encarnações – vale aprofundar. O Mapa Kármico pode mostrar quais pactos antigos você ainda carrega, que tipo de “dívida emocional” te prende a esse tipo de pessoa e qual é a chave espiritual que o Universo está colocando na sua mão agora. Quando você compreende que não precisa mais pagar tudo com sofrimento, fica muito mais fácil escolher um amor que seja abrigo, e não prova eterna.

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ESCORPIÃO

Para você, Escorpião, o fim de ano traz um potencial muito forte de romper laços profundos que já passaram do ponto. Relacionamentos kármicos, no seu caso, costumam vir carregados de intensidade: ciúmes, controle, sexo como cola emocional, segredos, dívida afetiva ou material, aquela sensação de “é forte demais para largar, mesmo me fazendo mal”. Os trânsitos ativam justamente esse campo de poder e vulnerabilidade, abrindo espaço para uma virada: em vez de viver relações onde você precisa vigiar, provar, controlar ou investigar o tempo todo, você pode escolher vínculos que sustentam intimidade com segurança, não com medo.

O grande potencial aqui é transmutar apego em presença. Você começa a perceber a diferença entre paixão que te consome e encontro que te nutre. Quando a verdade aparece – seja por uma revelação concreta, seja pelo cansaço de reviver o mesmo drama – você ganha a chance de encerrar um ciclo de anos (ou vidas) repetindo o mesmo padrão de intensidade x dor. Esse momento favorece decisões profundas, daquelas que mudam o curso da sua história afetiva.

Cuidados necessários
O principal cuidado é não transformar o rompimento em guerra. A energia de Escorpião, quando ferida, pode querer punir, testar, se vingar, “ensinar uma lição” ou manter o outro preso no laço só para não sentir a dor da perda. Isso mantém o vínculo kármico ativo mesmo depois do fim oficial. Cuidado também com a obsessão por respostas: querer saber cada detalhe, cada motivo, cada conversa, cada coisa que o outro sentiu ou deixou de sentir. Em algum ponto, insistir nessas respostas só prolonga a ferida.

Outro cuidado importante é com a autodestruição: descontar a dor em si mesma, entrar em relações paralelas só para provar que superou, se jogar em excessos (álcool, comida, sexo, trabalho) para não sentir. Tudo isso parece aliviar a pressão, mas empurra o processo de cura para depois. A pergunta-chave é: “O que eu estou fazendo agora me reconstrói ou só anestesia?”. A cura kármica passa por escolher o que te reconstrói.

Afirmação para romper o padrão
Escolha uma afirmação que converse diretamente com poder, verdade e liberdade interna:

“Eu acolho a verdade, mesmo quando dói, e escolho soltar todo vínculo que me prende pela dor, pelo medo ou pelo controle. Meu amor não precisa de sofrimento para ser profundo.”

Repita em momentos de gatilho: quando bater vontade de vasculhar, testar, provocar ciúmes ou voltar por carência. Essa frase te lembra que a profundidade que você busca não está no caos, está na verdade.

Ritual simples de libertação kármica
Em um momento silencioso, pegue um papel e escreva uma “carta de encerramento” para essa pessoa (ou para esse padrão), sem filtro. Coloque tudo: amor, raiva, mágoa, gratidão, medo, ciúme, desejo, tudo o que nunca foi dito ou que você já cansou de repetir. Escreva até sentir que não tem mais nada entalado. Ao final, acrescente: “Eu encerro agora, em todos os níveis, este ciclo de dor. Devolvo ao outro o que é dele e tomo de volta o meu poder.” Assine com seu nome completo.

Depois, separe um punhado de sal grosso em um prato ou recipiente. Dobre a carta e coloque sobre o sal, mentalizando: “Que tudo o que for tóxico, pesado ou repetitivo seja drenado agora”. Deixe assim por algumas horas ou até o dia seguinte. Em seguida, rasgue a carta em pedaços pequenos e descarte (lixo ou, se fizer sentido, queime com cuidado em um recipiente seguro). O sal pode ser jogado fora ou dissolvido na água do chuveiro, como um banho da cintura para baixo, visualizando os fios sendo cortados. Enquanto a água escorre, repita: “Eu libero você. Eu me libero de você. Eu fico comigo.”

Nos dias seguintes, observe se você sente menos necessidade de vigiar, testar ou controlar. Observe também como o seu corpo reage quando pensa nessa pessoa: aperta ou alivia? Se você percebe que esse tipo de relacionamento intenso, ciumento, possessivo ou impossível se repete com rostos diferentes, é um sinal forte de raiz kármica. O Mapa Kármico pode te mostrar que histórias antigas estão por trás desses laços de “tudo ou nada”, quais pactos de poder, perda ou traição você traz de outras vidas e qual é a chave de transmutação que o céu está oferecendo agora. Quando você entende isso, não precisa mais viver o amor como campo de batalha – ele pode, finalmente, se tornar o lugar de profundidade que cura, não que fere.

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Encerrar um relacionamento kármico raramente é uma decisão “lógica”. Em geral, é um acúmulo: conversas repetidas, promessas que não se cumprem, uma sensação de cansaço na alma que vai ficando impossível de ignorar.

Com a Lua Cheia em Gêmeos e as quadraturas amorosas do fim de ano, o céu não está “punindo” ninguém, está apenas tirando o véu. Para Gêmeos, Sagitário, Virgem, Peixes e Escorpião, isso fica ainda mais evidente: o Universo coloca na frente um espelho e pergunta, com delicadeza, mas sem rodeios: “Você ainda quer viver assim? Ou já está pronta para algo diferente?”.

A verdade é que, quando um ciclo kármico se encerra, não é só a relação que muda – você muda. O jeito de escolher, de se doar, de se escutar e de se posicionar nunca mais volta a ser o mesmo. A dor da separação existe, mas ela vem junto com uma sensação de honestidade interna: você sabe que não está indo embora por capricho, e sim por respeito à sua própria alma. E, muitas vezes, o rompimento não é o fim da história com aquela pessoa, mas o fim do padrão que sustentava o vínculo. Ou a relação renasce em outro nível, mais madura, ou o caminho de vocês se separa – e isso também é amor.

Se o seu signo está entre esses cinco, ou se você se reconhece em mais de uma dessas dinâmicas, vale usar esse fim de ano com consciência: praticar os rituais, usar as afirmações, observar os gatilhos e perceber onde você ainda se apega por medo, por culpa ou por hábito.

E, se você sente lá no fundo que “não é só dessa vida”, que existe um fio antigo por trás dos mesmos tipos de pessoas e histórias, é sinal de que a alma está pedindo um olhar mais profundo. O Mapa Kármico entra exatamente aí: para te mostrar quais contratos de alma você carrega, que padrões de amor se repetem ao longo das vidas e qual é a chave de libertação que este momento do céu está te oferecendo. Porque você não veio à Terra para repetir eternamente a mesma dor; você veio para, a partir dela, escolher uma forma muito mais consciente e verdadeira de amar.

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